História

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Em 18 de fevereiro de 1918, nascia mais uma Casa das Filhas de Maria Auxiliadora – Salesianas de Dom Bosco – na cidade de São Paulo, com o nome de Externato Nossa Senhora Auxiliadora que começou a funcionar com 29 alunas, localizada na Avenida Rangel Pestana, 29 no bairro do Brás.

Quase um mês depois, eram 93 alunas e foi realizada a mudança para o atual endereço, Rua Passos, 36, no bairro do Belenzinho, com o nome de Instituto Nossa Senhora Auxiliadora. Além do Jardim da Infância e as quatro séries da Educação Básica funcionavam os Cursos de Datilografia, Corte e Costura, Bordado e Tricô para moças operárias que trabalhavam, sobretudo, na Fábrica Matarazzo.

O Instituto Nossa Senhora Auxiliadora, desde sua fundação, vem contribuindo para o processo de formação integral e evangelizadora das crianças e dos jovens para que, possam ser protagonistas na construção de uma sociedade mais ética, solidária e participativa.

Fazemos parte da Rede Salesiana Brasil de Escolas que, no mundo, possui 3380 comunidades, mais de 100 instituições universitárias e, no Brasil, se faz presente com 10 instituições universitárias, 118 escolas, 90 mil alunos, 4 mil educadores, 188 obras sociais e dá atendimento a 250 mil crianças e jovens.

  1. Dom Bosco (1815-1888)

    Dom Bosco - Santo Educador

    São João Bosco, o Santo dos tempos modernos, tematizou em sua vida o amor a Jesus Cristo para com os menores e jovens empobrecidos. Ele tinha consciência de sua presença eclesial junto a eles.

    Quando jovem dizia: “Se eu fosse padre agiria de outro jeito. Gostaria de aproximar-me dos meninos, para dizer-lhes uma boa palavra, dar-lhes bons conselhos. Como seria feliz se pudesse falar um pouco com meu vigário” (MO, 35).

    O século XIX, viu despontar no horizonte do cotidiano, este grande homem, este grande Santo – Educador. Foi no norte da Itália, no Piemonte - Becchi, que nasceu, no dia 16 de agosto de 1815, o menino Joãozinho Bosco. Filho de pais camponeses, família profundamente cristã, que tirava da terra o sustento para os seus. Órfão de pai aos dois anos, Joãozinho muito cedo aprende o caminho da maturidade pela superação das dificuldades, tristezas, desafios e renúncias que são os ingredientes na vida de todo ser humano.

    Ainda em tenra idade, foi privilegiado pela forte presença do Deus-Amor, que o convoca para uma missão única, específica e razão primordial de toda sua vida: “a Salvação dos Jovens”. Dotado de rica personalidade, soube desenvolver seus dons na fidelidade ao chamado sacerdotal.

    Ao longo de seus fecundos 73 anos, 47, de vida sacerdotal salesiana, viveu integralmente para os jovens.  Fez da vida dom para os menos favorecidos e abandonados pela sociedade.

    Seu coração paternal vibrava motivado pela paixão educativa, na incansável luta para reconduzir o jovem ao rebanho de Cristo.

    Dom Bosco fez-se para todos PASTOR cuidadoso! Com sabedoria, paciência e muita “amorevolezza” empregou todo o seu ser como o “Oleiro”, para refazer o “vaso”, muitas vezes arruinado por uma sociedade marcada pelo egoísmo, ganância e injustiças.

    Dom Bosco, universalmente reconhecido como Pai e Mestre da juventude, Educador, segundo o coração de Deus, seja para todos nós hoje, testemunho e acenda em nossos corações a “Paixão pelo Reino”.

    Fonte: www.salesianas.org.br

  2. Madre Mazzarello

    Maria Mazzarello ofereceu às jovens a possibilidade de elaborar a um projeto de vida cristã e a ele responder com fidelidade.

    A experiência de Deus traduzia-se em sua atitude simples e sábia diante da realidade de Deus e do homem, dos valores da vida cultivados dentro de uma família profundamente cristã.

    Maria Mazzarello ao longo de seus breves 44 anos, colhe e acolhe, assimila e propõe a verdade de Deus apreendida no cotidiano.

    Desde criança ela se faz receptiva, atenta, empreendedora e criativa diante da realidade. Em tudo deixa a marca de uma visão cristã comprometida com seu tempo, sabedoria que se revelou nas diversas situações de uma vida assumida passo a passo com simplicidade e naturalidade.

    Natural da Itália, na pequena cidade de Mornese, sua vida vai ganhando a maturidade e a consistência, tão próprias daquelas pessoas que possuem grandeza de coração e abertura ao “Espírito que vivifica e renova todas as coisas”.

    Assim foi progredindo na existência a menina “Main”, para os mais próximos. Dotada de uma natureza firme e decidida, gostava dos divertimentos sadios, dos longos passeios, da música, do canto e do teatro. Intuiu logo, o alcance e o seu valor educativo dentro do seu tempo e contexto social; sem medo de críticas e oposições, transformou-os em meios de evangelização e caminho de santificação para si e para as jovens que educava.

    Aberta, comprometida e profundamente convicta da Igreja, sacramento do Pai, colocou-se como discípula sua e soube saborear os valores da eclesiologia, traduzidos em vida.

    Seu itinerário espiritual é simples e puro como o ouro! Na transparência dos seus atos se manifestam-se a fidelidade e  amor ao Deus da vida, princípio primeiro e único de sua existência.

    Nela há um toque feminino de rara sabedoria educativa que, se manifesta pelas qualidades de educadora consolidada na fé e na paixão pelo Reino. A intuição das situações e das pessoas a sensibilidade, afabilidade, capacidade de comunicação, equilíbrio, coerência e firmeza, descrição e audácia no bem, quebram os estereótipos da mulher do século XX. Pelo contrário, ela se encaixa no número daquelas mulheres de espírito autenticamente eclesial que assumem o pioneirismo do testemunho da vida cristã, no seguimento radical de Jesus Cristo.

    Alimentada pela fé, pela audácia e, sobretudo pela fiel adesão ao projeto de um caminho de santidade segundo o coração de Deus, Maria Mazzarello, a primeira Filha de Maria Auxiliadora, deixou-se modelar pelas sábias mãos do oleiro Divino. Também nós somos chamadas a ser para as jovens e os jovens de hoje, “sinais e expressão do Amor preveniente de Deus”. 

    Fonte: www.salesianas.org.br

  3. Nossa Senhora Auxiliadora

    Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora, Turim-Itália

    A devoção a Nossa Senhora Auxiliadora, tem seu começo em datas muito remotas, nascida no coração de pessoas piedosas que espalharam ao seu redor a devoção mariana. Assim a Mãe de Deus foi sempre conhecida como condutora da felicidade de todo ser humano. E Maria, sempre esteve junto ao povo, sobretudo do povo simples que não sofre as complicações que contornam e desfazem, muitas vezes, a vida humana, mas que é levado pelas emoções e certezas apontadas pela simplicidade do coração.

    Em 1476, o Papa Sisto IV deu o nome de “Nossa Senhora do Bom Auxílio” a uma imagem do século XIV-XV, que havia sido colocada em uma Capelinha, onde ele se refugiou, surpreendido durante o caminho, com um perigoso temporal. A imagem tem um aspecto muito sereno, e o símbolo do ‘auxílio’ é representado pela meiguice do Menino segurando o manto da Mãe.

    Com o correr dos anos, entre 1612 e 1620, a devoção mariana cresceu, graças aos Barnabitas, em torno de uma pequena tela de autoria de Scipione Pulzone, representando aspectos de doçura, de abandono confiante, de segurança entre o Menino e sua santa Mãe. A imagem ficou conhecida como “Mãe da Divina Providência”. Esta imagem tornou-se como que meta para as peregrinações de muitos devotos e também para muitos Papas e até mesmo para João Paulo II. Devido ao movimento cristão em busca dos favores e bênçãos de Nossa Senhora e de seu Filho, o Papa Gregório XVI, em 1837, deu-lhe o nome de “AUXILIADORA DOS CRISTÃOS”. O Papa Pio IX, há pouco tempo eleito, também se inscreveu no movimento e diante desta bela imagem, ele celebrou a Missa de agradecimento pela sua volta do exílio de Gaeta.

    Mais tarde também foi criada a ‘Pia União de Maria Auxiliadora’, com raízes em um bonito quadro alemão.

    E chega o ano de 1815: Nasce aquele que será o grande admirador, grande filho, grande devoto da Mãe de Deus e propagador da devoção a Maria Auxiliadora, o Santo dos jovens: SÃO JOÃO BOSCO. Neste ano era também celebrado o Congresso de Viena e foi a época em que, com a queda do Império Napoleônico, começa a Reestruturação Européia com restabelecimento dos reinos nacionais e das suas monarquias dinásticas.

    Em 1817, o Papa Pio VII benzeu uma tela de Santa Maria e conferiu-lhe o título de “MARIA AUXILIUM CHRISTIANORUM”.

    Os anos foram se sucedendo e o rei Carlo Alberto, foi a cabeça do movimento em prol da unificação da Itália, e ao mesmo tempo, os atritos entre Igreja e Estado, deram lugar a uma forte sensibilização política, com atitudes suspeitas para com a Igreja. E como não podia deixar de ser, Dom Bosco, lutador e defensor insigne da Igreja de Cristo, ficou sendo mira forte do governo e foi até obrigado a fugir de alguns atentados. Sim, tinha de fato inimigos que não viam bem sua postura positiva a favor da Igreja e nem tão pouco a emancipação da classe pobre, defendida tenazmente pelo Santo.

    Pio IX, então cabeça da Igreja, manifestou-se logo a favor de uma devoção pessoal para com a Auxiliadora e quando este sofrido Pontífice esteve no exílio, o nosso Santo lhe enviou 35 francos, recolhidos entre seus jovens do oratório. O Papa ficou profundamente comovido com esta atitude e conservou uma grande lembrança deste gesto de afeto de D.Bosco e da generosidade dos rapazes pobres.

    E continuam muitas lutas políticas, desavenças, lutas e rixas entre Igreja e Estado. Mas a 24 de maio, em Roma, o Papa Pio IX preside uma grandiosa celebração em honra de Maria Auxiliadora, na Igreja de Santa Maria. E em 1862, houve uma grandiosa organização especificamente para obter da Auxiliadora, a proteção para o Papa diante das perseguições políticas que ferviam cada vez mais, em detrimento para a Igreja de Jesus Cristo.

    Nestes momentos particularmente críticos, entre 1860-1862 para a Igreja, vemos que D.Bosco toma uma opção definitiva pela AUXILIADORA, título este que ele decide concentrar a devoção mariana por ele oferecida ao povo. E justamente em 1862, ele tem o “Sonho das Duas Colunas” e no ano seguinte seus primeiros acenos para a construção do célebre e grandioso Santuário de Maria Auxiliadora. E esta devoção à Mãe de Deus, desde então se expandiu imediata e amplamente.

    Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a "Virgem de Dom Bosco".

    Escreveu o santo: “A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso". 

    Fonte: www.salesianas.org.br

  4. Nossa história

    Em 18 de fevereiro de 1918, nascia mais uma Casa das Filhas de Maria Auxiliadora – Salesianas de Dom Bosco – na cidade de São Paulo, com o nome de Externato Nossa Senhora Auxiliadora que começou a funcionar com 29 alunas, localizada na Avenida Rangel Pestana, 29 no bairro do Brás.

    Quase um mês depois, eram 93 alunas e foi realizada a mudança para o atual endereço, Rua Passos, 36, no bairro do Belenzinho, com o nome de Instituto Nossa Senhora Auxiliadora. Além do Jardim da Infância e as quatro séries da Educação Básica funcionavam os Cursos de Datilografia, Corte e Costura, Bordado e Tricô para moças operárias que trabalhavam, sobretudo, na Fábrica Matarazzo.

    O Instituto Nossa Senhora Auxiliadora, desde sua fundação, vem contribuindo para o processo de formação integral e evangelizadora das crianças e dos jovens para que, possam ser protagonistas na construção de uma sociedade mais ética, solidária e participativa.

    Fazemos parte da Rede Salesiana Brasil de Escolas que, no mundo, possui 3380 comunidades, mais de 100 instituições universitárias e, no Brasil, se faz presente com 10 instituições universitárias, 118 escolas, 90 mil alunos, 4 mil educadores, 188 obras sociais e dá atendimento a 250 mil crianças e jovens.

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